Blog de psicologia: Vale a pena fazer um?

Blog de psicologia: Vale a pena fazer um?
Paulinha Psico Infantil

Paulinha Psico Infantil

Olá, sou a Paulinha, psicóloga infantil com foco em transtornos do neurodesenvolvimento. Crio conteúdos na internet desde 2015 e ajudo milhares de mães e outras profissionais da área todos os dias aqui e em minhas redes sociais.

Muitas pessoas podem pensar que os blogs já estão ultrapassados, que são coisas antigas da internet no final dos anos 90 e começo dos anos 2000. Na verdade, eles são importantíssimos como ferramenta de marketing digital para muitos ramos do mercado. Mas e quanto aos psicólogos? Vale a pena fazer um blog de psicologia?

A resposta é que depende do foco que o profissional dá à sua carreira. Criar uma página de conteúdo escrito vai ajudar muito a rankear o site nas pesquisas do Google e, com isso, gerar engajamento e autoridade de maneira orgânica, já que os clientes ou consumidores em potencial podem confiar mais no profissional de acordo com o que leu no blog, além de sentirem que podem contar com aquela pessoa, já que ela oferece conteúdo gratuito que ajuda nas suas dúvidas. Os blogs também podem ser bons direcionadores para outras páginas de conteúdo, como o Instagram

Blog de Psicologia é ótima opção

Blog de Psicologia é ótima opção

Se você tem um site e usa ele para atrair clientes e vender produtos, sejam cursos, palestras, seminários, mentorias, o que quer que seja, criar um blog de psicologia é o recurso ideal não só para que seus serviços sejam encontrados pelos clientes em potencial, mas também para que eles escolham ser atendidos por você ou comprar seus produtos. 

Isso porque o blog, quando bem feito, vai fazer com que seu site apareça nos primeiros resultados de busca no Google e, uma vez acessado, vai ganhar simpatia e confiança do leitor que teve sua dúvida sanada com um texto informativo e profissional. O sentimento de gratidão que os textos podem gerar no leitor leva a um dos gatilhos mais importantes no marketing digital. 

Gatilho de reciprocidade

Quando você oferece conteúdo gratuito ou até mesmo algum serviço a mais, que o cliente não estava esperando, ele se sente obrigado a retribuir o que considera um favor, e assim compra seu produto ou se torna mais fiel à você; esse é o gatilho de reciprocidade. A criação de um blog de psicologia é perfeita para gerar esse gatilho, porque na maioria das vezes, as pessoas que precisam dos serviços de um psicólogos estão cheias de dúvidas e gostariam de ter algumas delas esclarecidas antes de pagar pelo atendimento. 

Pense bem!

Tendo esses benefícios em vista, cabe ao psicólogo analisar se um blog de psicologia se encaixa no seu plano de carreira, se faz sentido para a sua atuação. É muito importante pensar nisso, porque para ter um blog bom, que não pareça abandonado, é necessário tempo, dedicação e constância. Ou seja, isso tomará tempo da sua agenda e, caso não ajude efetivamente na conquista de clientes, pode atrapalhar bastante, assim como acontece com tantos erros na hora de unir o marketing digital ao atendimento psicológico

Se sua carreira é CLT, por exemplo, um blog voltado para atrair clientes não faz sentido, já que as pessoas que serão atendidas buscam pela instituição, e não pela pessoa. Outro cenário que desfavorece a criação de um blog de psicologia é o início de carreira sem planejamento. Se você não tem em mente qual será seu público e qual sua linha de atuação, um blog só atrapalha todo o processo. É preciso atingir um grupo específico de pessoas com um plano de conteúdo e, para isso, é bom que esses enfoques já estejam bem definidos antes de começar a escrever. 

Como fazer um blog de psicologia?

Como fazer um blog de psicologia?

Se você acha que um blog de psicologia é uma boa solução para sua carreira, vamos agora considerar as estratégias necessárias para que seu blog seja uma ajuda de fato. Afinal, um blog que só está lá para rankear melhor o site e está cheio de textos superficiais e mal escritos pode gerar o efeito contrário e acabar afastando o cliente, que pode considerar isso como falta de competência ou seriedade. 

A primeira etapa, como vimos anteriormente, é determinar qual público você quer atingir com seus textos. Você atende crianças? Então seus alvos provavelmente serão os pais ou cuidadores delas. E então, quais conteúdos você vai oferecer? 

Com tudo isso bem determinado, deve-se partir para a produção. Para que o blog de psicologia gere engajamento e reciprocidade, os textos devem gerar valor para os leitores. Considere as dúvidas e curiosidades com as quais você mais lida no dia a dia e considere escrever textos com respostas boas e bem aprofundadas. 

Outro tipo de conteúdo que pode agradar muito o público são os textos que explicam o quadro geral e as ramificações de diversas condições e complicações com as quais você lida, já que, por vezes, a pessoa desconfia que precisa de ajuda mas sequer sabe o que está acontecendo exatamente ou como achar o profissional que trate daquilo que ela precisa. 

SEO e as palavras-chave

Para que seu blog de psicologia de fato chegue aos possíveis consumidores dos seus serviços, uma das coisas mais importantes é estar consciente quanto às regras de SEO. Elas consistem basicamente em distribuir as informações corretas nas melhores posições do site para que o buscador encontre seu site logo que a pesquisa for feita e, desse modo, ele apareça logo entre os primeiros na página de busca. 

Existem muitas regras de SEO e você pode encontrar muitas dicas na internet, além de cursos que ensinam todo o necessário para um bom marketing digital. A regra que vale mais a pena esclarecer logo é a regra de palavras-chave. Essas palavras são na verdade pequenas frases, contendo de 2 a 5 palavras que serão o link entre o que a pessoa escreveu na pesquisa e o seu conteúdo. Por exemplo, se o texto no seu blog fosse sobre as principais linhas de tratamento para o autismo, seria uma boa ideia definir os nomes dos tratamentos como as palavras-chave ou até a frase “tratamento para autismo”.

Considere sempre, na escolha das palavras-chave, que você deve imaginar quais palavras seu cliente pode pesquisar no buscador. Somente se ele pesquisar exatamente a palavra-chave que você incluiu no texto é que ela “puxará” seu site para os primeiros resultados. Para ajudar, você pode pesquisar as palavras que pretende usar e ver se os conteúdos que aparecem na pesquisa estão na mesma linha do que você vai produzir. 

Siga criando!

Por fim, é essencial que seu blog de psicologia não fique “largado”. Tenha constância nas postagens de textos e confira também o feedback gerado, ou seja, veja quais textos geram mais tráfego e faça mais no mesmo sentido. Desse modo, você lapida o blog até que ele se torne de fato um grande impulsionador na relação com seus clientes e te ajude a conquistar uma agenda lotada de atendimentos!

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